Salvador ganha museu sobre história do Carnaval

Foi com o clássico carnavalesco “Chame gente” que o  mestre da guitarra baiana, Armandinho, deu boas-vindas, nesta segunda-feira, 5, durante a inauguração do Casa do Carnaval, localizada ao lado da Catedral Basílica de São Salvador, entre o Terreiro de Jesus e a Praça da Sé, no Pelourinho.

Em sincronia com os acordes de Armandinho, o concerto de abertura do espaço,  contou com a apresentação de grupos culturais que participaram e mantêm viva a história da Folia de Momo, como os Mascarados de Maragojipe e o afoxé Filhos de Gandhi. A solenidade também contou com a presença de convidados e autoridades como o prefeito ACM Neto.

Ao entrar no prédio que abriga o museu, o visitante terá acesso a quatro pavimentos equipados com imagens, escritos e sons que dão a narrativa da festa.

Segundo o curador do espaço, Gringo Cardia, o acervo contempla a transformação social da festa. “A trajetória começa na época do Império, quando o Carnaval era um evento da aristocracia até a popularização do Carnaval”, explica.

Para o curador, Gringo, a pista de dança representa a  brincadeira proporcionada pela festa. “E depois disso, o visitante terá como apreciar  vista para a Baía de Todos-os-Santos”, garante.

Serviço

O museu ficará fechado durante o Carnaval. O espaço será reaberto, a partir do dia 15 de fevereiro, para visitas programas gratuitamente, por meio do telefone: (71) 3324-6760. Já no mês de março, o acesso será para todo o público. A entrada custa R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia).

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